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A estratégia de Leonardo Jardim para o desenvolvimento de Lucas Paquetá no Flamengo.

por Robson Caitano
A estratégia de Leonardo Jardim para o desenvolvimento de Lucas Paquetá no Flamengo.

Flamengo vence Cruzeiro com destaque para Lucas Paquetá

Na noite de quarta-feira, dia 11, o Flamengo conquistou uma vitória importante contra o Cruzeiro, com um placar de 2 a 0, em uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O jogador Lucas Paquetá teve uma grande atuação, o que não surpreendeu o técnico Leonardo Jardim, que assumiu o comando da equipe na semana anterior com uma estratégia clara voltada para melhorar o desempenho do meia.

Estratégia de Leonardo Jardim

O novo treinador do Flamengo adota uma abordagem que inclui conversas individuais com os atletas logo após sua contratação, com o intuito de compreender melhor onde cada jogador pode render mais. No diálogo com Paquetá, foi decidido que a melhor forma de utilizá-lo seria em uma posição centralizada no meio-campo, algo que o jogador aceitou prontamente. Essa informação foi veiculada pela ‘ESPN’.

A tarefa de Jardim, no entanto, não é simples, uma vez que o setor central já conta com a presença do jogador Arrascaeta. Durante a partida contra o Cruzeiro, a estratégia foi posicionar Paquetá na ala direita, permitindo que ele flutuasse para a zona central do campo. Enquanto isso, Arrascaeta atuou em várias ocasiões quase como um segundo atacante, alinhando-se ao atacante Pedro.

Na prática, essa movimentação resultou em três passes de Paquetá para finalizações de Arrascaeta dentro da área adversária, embora os chutes tenham saído para fora.

Análise da nova função de Paquetá

A escolha pela nova função de Paquetá não foi feita aleatoriamente. Os auxiliares de Jardim realizaram uma análise detalhada da carreira do atleta. A comissão técnica participou ativamente da conversa, apresentando vídeos que demonstravam como Paquetá poderia aumentar sua produtividade ao lado de Arrascaeta.

Embora Paquetá tenha a capacidade de desempenhar praticamente todas as funções no ataque e meio-campo, a prioridade de Jardim é oferecer estabilidade ao jogador na posição onde ele se sente mais à vontade. O treinador também reconhece a necessidade de Paquetá reforçar sua preparação física para um melhor aproveitamento.

Detalhes do plano de Jardim

Em resposta a questionamentos sobre a possibilidade de Paquetá atuar de forma mais centralizada, Jardim detalhou a construção estratégica que foi implementada pelo lado direito. O técnico também rebateu críticas sobre o desempenho do atleta na ala direita antes de sua chegada e elogiou sua atuação na vitória sobre o Cruzeiro.

"Tínhamos que preparar um cenário, porque ele não é um ponta, é um meia. O cenário que preparamos, se vocês repararem, era sempre de uma construção com o Erick ou do zagueiro pela direita, o ponta esticava para fazer o corredor, que era o Royal, e ele aparecia entrelinhas", explicou Jardim.

O treinador enfatizou que seu trabalho inclui proporcionar aos jogadores um bom posicionamento, de forma que consigam explorar suas características ao máximo. "O Paquetá não é um ponta. Engraçado que uma das primeiras coisas que me disseram é que ‘aí o Paquetá pelo lado direito não funciona’. Eu respondi: ‘pronto, vamos ver’", comentou.

Dessa maneira, Jardim reforça a importância de criar um contexto favorável para que Paquetá, sendo um meia que se desloca a partir do lado do campo, possa se destacar, em vez de ser utilizado como um atacante de extremidade.

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