Flamengo vence Madureira na semifinal do Campeonato Carioca
O Flamengo conquistou uma vitória expressiva sobre o Madureira, com um placar de 3 a 0 no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Carioca. A partida ocorreu no Maracanã, onde o Rubro-Negro garantiu a vantagem com gols de De La Cruz, Arrascaeta e Luiz Araújo. Com esse resultado, a equipe pode perder por até dois gols de diferença no jogo de volta e ainda assim assegura sua presença na final do torneio estadual.
Início do jogo
O Flamengo iniciou a partida com uma postura ofensiva e, logo aos cinco minutos, Carrascal fez uma finalização forte, mas o goleiro do Madureira conseguiu realizar uma boa defesa. Aos 13 minutos, Pedro tentou um chute de fora da área, mas novamente foi parado pelo goleiro adversário. Com o passar dos minutos, De La Cruz fez um cruzamento aos 28, Vitão tentou finalizar de voleio, mas a bola subiu demais. Pedro teve uma nova oportunidade aos 33, mas não conseguiu finalizar de forma adequada, resultando em vaias da torcida no intervalo.
Segundo tempo
Na etapa complementar, o Madureira quase marcou logo aos dois minutos com Plata, que subiu de cabeça. No entanto, foi De La Cruz quem abriu o placar para o Flamengo aos sete minutos, com um potente chute de fora da área. Arrascaeta ampliou a vantagem aos 17 minutos, convertendo um pênalti que foi sofrido por Samuel Lino. Para finalizar a partida, Luiz Araújo anotou o terceiro gol, após uma assistência de Lino.
Notas dos jogadores do Flamengo na partida
Jogadores e suas atuações
Andrew: O goleiro foi seguro e tranquilo durante a partida. Embora tenha realizado poucas defesas, quando exigido, respondeu de forma eficaz. Para a função de reserva, sua performance foi satisfatória. Nota: 7,0 (por Luiz André).
Emerson Royal: O jogador, que possui um bom físico, poderia ter se empenhado mais. Ele não se destacou tecnicamente e teve uma atuação normal, com uma tentativa de voleio. Nota: 5,0 (por Ricardo Bitencourt).
Danilo: Atuou em jogos considerados mais simples, mas manteve uma postura séria e concentrada. Quando cometeu erros, conseguiu se recuperar rapidamente. Fez boas antecipações e teve pouco trabalho na defesa. Nota: 7,0 (por Ricardo Bitencourt).
Vitão: Assim como Danilo, também atuou em partidas teoricamente mais fáceis. Merece ser testado em jogos mais desafiadores. Possui um bom passe e boa recuperação, mas seu verdadeiro valor será conhecido em confrontos mais equilibrados. Nota: 7,0 (por Ricardo Bitencourt).
Ayrton Lucas: Merece a titularidade pelas suas atuações recentes. Participou efetivamente nas três fases do jogo: defesa, construção e ataque, além de ter salvado um gol no final da partida. Nota: 7,0 (por Luiz André).
Evertton Araújo: O jovem jogador teve uma atuação sólida e eficiente. Em um jogo com menos pressão, forneceu consistência defensiva e distribuiu bem a bola. Nota: 6,5 (por Luiz André).
De La Cruz: Mostrou boa movimentação em campo e contribuiu para a fluidez da saída de bola. Apesar de parecer, em alguns momentos, irritado e pouco à vontade, conseguiu marcar um belo gol e se posicionou bem no rebote. Nota: 7,5.
Carrascal: Sua performance foi considerada uma das piores desde que chegou ao Flamengo, com muitos erros durante o jogo. Nota: 3,0.
Arrascaeta: Ao entrar em campo, trouxe uma nova dinâmica ao meio de campo e marcou seu gol número 100 com a camisa do Flamengo. Nota: 7,0 (por Yago Martins).
Everton Cebolinha: Embora tenha tentado contribuir, sua atuação não foi inspirada contra o Madureira. Nota: 5,0.
Samuel Lino: Ao entrar, elevou o nível de jogo pelo lado esquerdo, fornecendo uma assistência, embora tenha perdido uma chance clara de gol. Nota: 6,5 (por Yago Martins).
Gonzalo Plata: Apresentou volume de jogo e boa associação, mas falhou nas finalizações. Nota: 5,5.
Luiz Araújo: Foi objetivo e marcou um dos gols da partida. Nota: 7,0 (por Yago Martins).
Pedro: Demonstrou empenho, correu e lutou, mas teve dificuldades com a pontaria. Fez uma boa assistência para Samuel Lino, que não aproveitou. Necessita evoluir em sua performance. Nota: 5,5 (por Luiz André).
- Filipe Luís: Enfrenta a cobrança pela ausência de uma equipe titular fixa. Embora na Europa a rotatividade seja comum, no Brasil existe uma forte cultura de ter uma equipe base definida. Em 2026, o ideal ainda não está claro. A evolução e o repertório do time são necessários, o que pode estar atrelado a questões físicas ou táticas. Apesar disso, ele cumpriu sua obrigação no Carioca e ajudou a encaminhar a vaga para a final. Na próxima quinta-feira, enfrentará um desafio maior com o time considerado “titular”. Nota: 6,0 (por Ricardo Bitencourt).
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