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Análise do jogo Flamengo 2×1 Estudiantes: um dos maiores roubos da história.

por Robson Caitano
Análise do jogo Flamengo 2x1 Estudiantes: um dos maiores roubos da história.

Flamengo Vence Estudiantes em Jogo de Ida das Quartas de Final da Libertadores

Após a vitória sobre o Juventude no Campeonato Brasileiro, o Flamengo conquistou uma nova vitória ao enfrentar o Estudiantes na partida de ida das quartas de final da Copa Libertadores. O jogo ocorreu no Estádio do Maracanã, onde a equipe treinada por Filipe Luís derrotou a equipe argentina pelo placar de 2 a 1. Apesar do resultado favorável ao Flamengo, a arbitragem, comandada pelo colombiano Andrés Rojas, foi alvo de críticas, especialmente pela expulsão considerada injusta do jogador Plata e pela não revisão de um gol do Estudiantes, em que a bola tocou no braço de um jogador antes de entrar.

Primeiro Tempo

O Flamengo iniciou a partida de maneira extremamente rápida e eficiente, marcando o gol mais veloz da sua história na Copa Libertadores. O atacante Pedro abriu o placar apenas 15 segundos após receber um passe de Plata. A pressão da equipe rubro-negra continuou intensa, e, ainda antes dos 10 minutos de jogo, Ayrton Lucas realizou um cruzamento preciso que resultou em um belo gol de Varela, ampliando a vantagem para 2 a 0.

O Estudiantes tentou responder à pressão do Flamengo, buscando maior posse de bola, mas suas tentativas de ataque foram pouco efetivas durante o primeiro tempo.

Segundo Tempo

Na etapa final, o Flamengo continuou a pressionar, mas encontrou dificuldades devido à atuação sólida do goleiro uruguaio do Estudiantes. A situação da partida se complicou para o Flamengo quando o árbitro expulsou Plata, gerando um clima de indignação entre os jogadores e torcedores. Com um jogador a menos, a equipe rubro-negra adotou uma postura mais defensiva, o que permitiu ao Estudiantes diminuir a diferença no placar. O jogo terminou com o resultado de 2 a 1, deixando a expectativa em aberto para o jogo de volta em La Plata.

Notas dos Jogadores do Flamengo

Agustín Rossi: O goleiro teve pouco trabalho com o ataque do Estudiantes, não sendo culpado pelo gol sofrido. Nota: 6,5. Por Yago Martins.

Varela: Realizou um ótimo primeiro tempo, atacando os espaços e contribuindo efetivamente com um belo cruzamento para seu gol. Participação intensa na partida. Nota: 9,0. Por Ricardo Bitencourt.

Léo Ortiz: Embora tenha arriscado em algumas saídas de bola, demonstrou frieza e segurança em sua atuação, destacando-se como um zagueiro diferenciado. Nota: 7,5. Por Danton Freitas.

Léo Pereira: Apresentou uma atuação segura, apesar de ter aparecido pouco no ataque, dado que a maioria das jogadas se concentrou pelo lado direito. Nota: 7,0. Por Sérgio Ribeiro.

Ayrton Lucas: Teve boa atuação no ataque, mas cometeu falhas defensivas, especialmente em relação ao gol do Estudiantes, onde poderia ter afastado melhor a bola. Nota: 5,0. Por Miguel Peters.

De La Cruz: Mostrou-se efetivo no primeiro tempo, mas caiu de rendimento na segunda etapa, lutando para manter a condição física. Nota: 6,5. Por Danton Freitas.

Saúl: Enquanto teve energia, foi o maestro do meio-campo, em colaboração com De La Cruz. Arriscou um bom chute que quase resultou em gol, mas recebeu um cartão amarelo desnecessário. Nota: 6,5.

Allan: Entrou durante a partida e, apesar de não ter a mesma qualidade de Saúl, se esforçou e tentou se envolver no jogo, mesmo com um jogador a menos. Nota: 5,5. Por Luiz André.

Arrascaeta: O jogador uruguaio não teve uma atuação inspirada. Apesar de não ter sido um jogo ruim, a equipe sentiu falta de sua capacidade decisiva. Nota: 6,5.

Luiz Araújo: Não conseguiu se destacar durante sua participação em campo, faltando maior presença no jogo. Nota: 5,0. Por Yago Martins.

Gonzalo Plata: Realizou um excelente primeiro tempo, sendo ativo e dinâmico, mas acabou expulso em uma decisão polêmica da arbitragem. Nota: 8,0. Por Miguel Peters.

Samuel Lino: Teve um início intenso, mas cometeu algumas decisões erradas que comprometeram seu desempenho. No segundo tempo, cansou e se tornou pouco efetivo ofensivamente. Nota: 5,0.

Danilo: Entrou no fim da partida e teve pouca participação. Sem nota. Por Miguel Peters.

Pedro: Marcou um gol relâmpago, mostrou-se eficaz como pivô e teve domínio das jogadas, mas perdeu uma oportunidade clara. Nota: 8,0.

Bruno Henrique: Entrou em campo, mas não conseguiu se envolver no jogo, mantendo seu cartão habitual. Sem nota. Por Ricardo Bitencourt.

Filipe Luís

O técnico do Flamengo escalou o que tinha de melhor disponível e conseguiu implementar um esquema que proporcionou intensidade, domínio da posse de bola e alta dinâmica nas trocas de passes. Ele destacou a necessidade de que os jogadores sejam mais efetivos nas finalizações, já que a equipe teve diversas oportunidades para ampliar o placar e definir a partida no primeiro jogo. Filipe Luís também expressou sua insatisfação com a atuação do árbitro, que resultou na expulsão de um jogador em uma decisão questionável. Nota: 7,0. Por Luiz André.

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