Estreia do Flamengo na Copa Libertadores
A estreia vitoriosa do Flamengo na Copa Libertadores foi marcada não apenas pelo bom desempenho em campo, mas também por uma celebração nos bastidores do clube. Após o apito final da partida, o clima entre os dirigentes e membros da equipe era de euforia e alívio, devido a uma "vitória silenciosa" que assegurou os três pontos conquistados no Peru.
Operação Logística no Peru
O departamento de futebol do Flamengo celebrou intensamente o sucesso da ousada operação logística que foi montada no Peru. A avaliação interna da equipe destacou que o planejamento para enfrentar a altitude extrema foi executado de maneira eficaz, evitando qualquer imprevisto relacionado à saúde dos jogadores e garantindo o bom desempenho físico do time sob o comando de Leonardo Jardim.
Superando a Altitude
Atuar a 3.350 metros acima do nível do mar sem que nenhum jogador apresentasse problemas de saúde antes, durante ou após a partida foi considerado um marco pela delegação. Um dos principais acertos da diretoria foi a escolha do local de concentração: um hotel equipado com um sistema de pressurização que proporciona a injeção de oxigênio nos ambientes.
A eficácia desse sistema surpreendeu até mesmo os mais céticos. O ambiente do hotel simulava de maneira eficaz uma altitude muito inferior, resultando em situações curiosas. Membros da comissão técnica foram vistos correndo mais de 10 km nas esteiras da academia do hotel, sem relatar qualquer dificuldade respiratória. No momento da partida, o uso esporádico de cilindros de oxigênio no vestiário foi a única intervenção necessária para que os atletas de linha recuperassem integralmente o fôlego.
Problemas com a Estrutura do Estádio
O único contratempo registrado na noite andina não teve relação com a altitude, mas sim com a infraestrutura precária do Estádio Inca Garcilaso de la Vega. Com uma temperatura de 8ºC, os atletas enfrentaram um problema com a água quente dos chuveiros. O sistema local exigia que os registros permanecessem abertos continuamente para que o aquecimento se mantivesse. Como os primeiros jogadores a tomar banho fecharam as torneiras após seu uso, a água logo voltou a ficar congelante para os demais atletas.
Diante do frio extremo, a logística rubro-negra precisou agir rapidamente mais uma vez. A delegação orientou os atletas a não aguardarem o reaquecimento no estádio e utilizou sua frota exclusiva de sete vans para esvaziar rapidamente o vestiário por volta das 22h30. Os jogadores foram transportados com total conforto para o hotel, que estava localizado a poucos minutos do estádio, onde puderam finalmente tomar um banho quente e comemorar o sucesso de um planejamento que se mostrou impecável.
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